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lavanda e oleos essenciais para respiração

Cada vez mais apaixonada pelas propriedades terapêuticas dos óleos essenciais, começamos o ano por aqui com o foco em renovar os ares, literalmente!

A aromaterapia previne doenças e restabelece funções básicas do corpo, reequilibra a mente e ainda perfuma a casa. Para o conforto do sistema respiratório a qualquer hora do dia ou da noite, seja no verão ou no inverno, esses vidrinhos são mágicos e essenciais!

Anotem as 3 substâncias naturais que purificam o ambiente e restauram as funções respiratórias com aromas maravilhosos! 

lavanda e oleos essenciais para respiração

Eucalipto staigeriana

Tem ação antiviral, indicado principalmente para crises de sinusite, tosse, infecções de garganta e asma.

Hortelã-pimenta

Importante atenuante de crises de asma, bronquite, congestão nasal e pneumonia, é expectorante, acalmando a tosse e outros sintomas de ordem respiratória. Também atua como um excelente anestésico, analgésico e é refrescante. Ideal para aliviar e tratar dor de cabeça.

Lavanda

Tem uma grande quantidade de nutrientes que ajudam no tratamento de distúrbios respiratórios. Laringite, tosse, resfriado, gripe, infecções de garganta, bronquite, amigdalite, enfim, uma série de sintomas. O tratamento pode ser realizado pela inalação do vapor do óleo, que tem qualidades antibacterianas. Também alivia a congestão e o catarro.

*Todos os óleos indicados pelos links (em verde) são da marca Terra Flor e podem ser usados de formas variadas. Além da inalação com vapor aromatizado, poucas gotas em difusores de ambiente ou mesmo direto na pele, perto do peito também funcionam. Outra dica é aplicar,  à noite antes de deitar, uma gotinha de óleo de lavanda em cada punho ou atrás das orelhas (como fazemos com perfumes). Ajuda a relaxar enquanto respiramos bem melhor.

+ Os melhores óleos para cada cômodo da casa

“para me permitir”

 

quando me perguntam como ando, eu digo

leve

 

 

mostro meu brilho do choro que pula de um olho só

é que esse é um tipo de dor muito peculiar, eu digo

não tem explicação, na verdade, eu sou feliz

no ventre sinto uma água parada de dengue, uma bolsa de sangue que não desce

uma gastura de chiclete velho que cola e cala sem saliva

mas, vou indo como meus cabelos ao vento

 

 

 

seca, porém mansa como maré baixa, coisa que independe da lua

e mesmo assim revolta o estômago que bate no céu da boca sem cuspir na areia

é um tipo novo de fenômeno que abate os corpos em constante queda livre, eles quebram de repente e seus cacos navegam à deriva,

eu digo

Fotos: Mariana Caldas